bom, eu não podia deixar de dizer algo que me ocorreu:
saindo do meu trabalho, com a big mala de viagem, na qual eu carregava os meus pertences para chegar à Blumenau, eis que eu vejo o Circular-Centro (ônibus) chegando ao ponto, que estava bem longe de mim....
com essa mesma mala de viagem eu corri uns 50 metros e consegui chegar ao bus...
e foi aí que eu descobri, um pquinho tarde (dentro do ônibus, e este, arrancando do ponto), que eu não tinha o Um Real necessário para pagar a tarifa.
Pedi então para descer no próximo ponto.
foi aí que eu me deparei com uma cena que eu nunca imaginei que ia acontecer comigo:
umas 3 moças que já tinham passado a roleta, entenderam o que acontecia e não me deixaram descer.
me deram os cinquenta centavos que eu precisava para pagar a passagem.
e eu pude ir para facul sem precisar andar os habituais 2 Km.
sabe, isso me fez pensar:
ninguém tinha obrigação de fazer isso, nem sequer teriam motivos, já que não me conheciam, nem tinham vinculos de qquer espécie com a minha pessoa.
só concluo que todos nós, em algum lugar, temos uma essência e que esta aflora qdo deixamos.
Mesmo sabendo que dificilmente a pessoa que me ajudou lerá isso, agradeço pelo seu gesto de amor, de compaixão, e por ter ajudado uma serva de Deus eu digo:
Deus, onde estiver essa moça, cubra-a de ricas bençãos por ela ter ajudado a uma serva tua que estava se preparando para ir em uma reunião de Seu interesse.
Muito obrigada Curitiba, por ter me acolhido!
Falei...
Vall, pensativa
sexta-feira, março 16, 2007
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